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quinta-feira, 24 de março de 2011
Sua casa pode ser um pedacinho do céu
Se você deixar algum alimento estragado em sua casa, com certeza isso atrairá bichos: moscas, formigas, baratas, e uma multidão de micróbios invisíveis. Da mesma forma, quando levamos vídeos pornográficos para dentro de nossos lares, espíritos malignos provocadores de adultérios, prostituição, malícia e sensualidade são liberados. Eles acompanham essas ações e, não duvide, infestam nossas casas e corações, tal qual a multidão de insetos que vemos e os micróbios que não somos capazes de ver e sentir.
Graças a Deus, quando rezamos, sozinhos ou com mais alguém, os anjos estão por perto e vibram com força que nossa oração produz. Quanto mais intensa é a oração, mais intensamente somos protegidos e orientados. Assim nossa casa é purificada. O que é bom atrai a bondade; as coisas más atraem o que é mau.
Se enchermos nossa casa do Bem, que é Deus, ela será santificada e se tornará templo no qual o Senhor habita. A palavra “templo” vem de um verbo grego que significa “recorte”. Sua casa, portanto, se torna, pela graça de Deus, um pedacinho do céu; um recorte do céu. E nesse pedacinho do céu, claro, está o próprio Deus.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade
quarta-feira, 23 de março de 2011
O Espírito Santo nos dá a vida
O Espírito Santo é o sopro da boca do Pai que nos dá a vida: “Quando incutir em vós o meu espírito para que revivais, quando vos estabelecer em vossa terra, sabereis que eu, o Senhor, digo e faço – oráculo do Senhor” (Ez 37,14).
Essa é a obra do Espírito Santo: ressuscitar, tirar do pó aquilo que está sem vida. “E, se o Espírito daquele que ressuscitou Cristo dentre os mortos habita em vós, aquele que ressuscitou Cristo dentre os mortos vivificará também vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que habita em vós.” (Rm 8,11)
O Espírito Santo, enviado pelo Pai, ressuscitou Jesus dentre os mortos. Jesus que, por causa dos nossos pecados, jazia no sepulcro. O Senhor quer colocar em nós esse mesmo Espírito. Na situação em que vivemos, com grandes ou pequenos problemas, situações que nos amarram, que nos desanimam, arrastando-nos como mortos. O Espírito Santo Paráclito, que ressuscitou Jesus dos mortos, nos ressuscitará!
Tenha a certeza de que “teus mortos reviverão”: seu casamento, sua família e todos os seus entes queridos ressuscitarão. Mas é preciso que você pronuncie a Palavra de Deus. O Senhor está investindo o mesmo Espírito que ressuscitou Jesus dentre os mortos.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
(Trecho do livro "Espírito Sopra onde quer" de monsenhor Jonas Abib).
terça-feira, 22 de março de 2011
Deus humilha os que se exaltam e exalta os que se humilham
Postado por: homilia
março 22nd, 2011O Evangelho de Mateus apresenta, no capítulo 23, de maneira contundente, as últimas críticas de Jesus aos escribas e fariseus. No trecho de hoje, o evangelista conta uma história curiosa. Trata-se da crítica de Jesus ao poder reinante do espírito do mundo. Ele começou a pregar completamente diferente do que se vivia. Não estava preocupado com o poder político dominante. Uma única vez que tentaram colocá-Lo à prova numa difícil situação política, Ele respondeu: “Hipócritas! (…) Pois dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus“. É um ensinamento para todos, mas também uma advertência àqueles que detêm o poder neste mundo.
Cristo fala em cátedra de Moisés, a doutrina tradicional que receberam de Moisés, chamada Lei Mosaica, contida na Torá, que ainda trazia o que falaram os profetas, Abraão e outros grandes patriarcas. Dominados pelos romanos, os judeus, sem muita alternativa, tomaram uma posição de fazer valer aquelas tradições. Mas, ao longo do tempo, a elas foram acrescentadas interpretações pessoais, com tantas coisas impostas, de tal forma que eles mesmos não podiam cumprir. Aqueles mestres faziam questão de assim serem chamados. Isso fazia com que se sentissem mais poderosos. Aqueles que não os chamavam de “mestres” estavam perdidos.
Meu irmão, esta crítica é também para nós, pois em nossos dias vemos muitas vezes padres novos, catequistas e líderes meio tímidos e à medida que a comunidade coloca muitas coisas à sua disposição, bajulando-os demasiadamente, muitos vão se tornando poderosos, transferindo para dentro da Igreja aquele espírito pomposo, que impõe obrigações e sacrifícios aos outros e aos paroquianos, como quase condição para que os tenham. Se suas atividades deveriam ser levadas pelo Espírito de Deus, trata-se de uma pessoa espiritualizada que revela um demasiado zelo. Percebe-se, porém, cerimônias realizadas e quando se faz pelo espírito da vaidade e da soberba, somente para aparecer.
Jesus observou isso muito bem. Ele sabia que naquela sinagoga acontecia a mesma coisa. E alertou os apóstolos dizendo-lhes que eles deveriam entender a Lei e cumpri-la, mas não imitarem aqueles homens, “pois dizem o que não fazem”; impondo-lhes coisas que eles mesmos não cumpriam, fardos que não carregavam, porque não aguentavam. Isso é hipocrisia. E termina dizendo uma coisa desconcertante, para a época, ao olhar dos judeus. Os mestres das sinagogas ensinavam: Se eu tenho este copo é porque tenho a graça de Deus. Se o tenho cheio d’água é porque estou repleto da graça de Deus. Se tenho o copo, água e posso bebê-la, estou plenamente na graça de Deus.
Eles faziam uma divisão. Queriam convencer as pessoas de que estavam bem, eram ricos, cheios de franjas e frases da Torá na testa e nas roupas, finas por sinal, porque estavam cheios da graça de Deus. Aqueles que não pudessem fazer isso, é porque não tinham a graça de Deus. Esta era a mentalidade da época.
Jesus vem com uma proposta contrária a tudo isso: “Aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado“. Hoje, entendemos essa máxima do Evangelho, mas naquela época isso foi de difícil compreensão: ter de se humilhar para ser exaltado? Se somos pobres diante dos homens, seremos ricos diante de Deus. Essa pobreza é um dom de Deus.
Senhor, ensina-me a ser humilde, quebre a minha vaidade, orgulho e soberba, para que eu possa entender a máxima: Deus humilha os que se exaltam e exalta os que se humilham.
Padre Bantu Mendonça
Fonte: Blog do Padre Bantu
segunda-feira, 21 de março de 2011
Como gostaríamos de ser tratados?
Todos nós temos um jeito de ser único e precisamos nos valorizar e valorizar cada irmão. Quando nos dispomos a acolher a acolher as pessoas como elas são e não como gostaríamos que fossem, estamos usando de misericórdia, como Deus usa de misericórdia para conosco.
Hoje a palavra de ordem do Senhor para cada um de nós é: “Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36).
A cada atitude nossa, devemos parar e pensar: “Eu gostaria que fizessem assim comigo?” Façamos o exercício de nos colocarmos sempre no lugar do outro, antes de fazermos qualquer coisa, com base nesta regra de ouro bíblica: “Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles” (Mt 7,12).
Senhor, ensina-nos a sermos misericordiosos como Tu és misericordioso.
Jesus, eu confio em Vós!




